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Entrevistas

Liderança e comunicação

31/03/2010 - RH, Gestão de Pessoas e Liderança


LIDERANÇA E COMUNICAÇÃO
Jornalista: Gumae Carvalho


Melhor – Marolinha ou não, o fato é que a crise financeira que vem assolando o mundo deixou algumas marcas no Brasil. O senhor acredita que esses períodos de turbulência ajudaram as empresas a rever seus processos de comunicação, em busca de maior transparência junto aos seus stakeholders?
 
Tom Coelho – A transparência na comunicação é um imperativo crescente no mundo corporativo globalizado. Quando a Enron foi à bancarrota nos EUA, em 2001, deixando 21 mil pessoas sem emprego, o congresso norte-americano aprovou no ano seguinte a Lei Sarbanes-Oxley com mecanismos de auditoria para dirimir as fraudes contábeis e financeiras. Isso não impediu a reedição dos mesmos eventos na crise econômica de 2008, que atingiu Lehman Brothers, GM, AGF, entre tantas outras empresas, sem falar na megafraude patrocinada por Bernard Madoff. Este cenário alterou os processos de comunicação levando a um novo modelo de governança nas organizações.
 
Melhor – Como integrar pessoas e estratégias da melhor maneira e que forma a comunicação auxilia nesse processo?
 
Tom Coelho – O primeiro passo é estabelecer o plano estratégico, formatando-o de acordo com a cultura organizacional. Missão, visão e valores devem estar integrados às estratégias definidas para o negócio. O segundo passo cabe à comunicação e consiste em divulgar e difundir esta estratégia em três ambientes: internamente, para a empresa; mercadologicamente, para o mercado; e institucionalmente, para a sociedade.
 
Melhor – Em termos gerais, quais os principais deslizes cometidos pelos líderes numa empresa quando o assunto é comunicação?
 
Tom Coelho – Inicialmente, a prepotência de acreditar que sua posição de liderança lhe confere o poder para centralizar a informação e o torna o porta-voz único da empresa. A comunicação empresarial começa na chamada identidade corporativa que engloba marca, papelaria, uniformes, decoração, personalização da frota etc. Depois, passa, claro, por pessoas. E antes do líder e seu corpo executivo estão na linha de frente a telefonista, a copeira, o office boy. A boa comunicação demanda harmonizar o discurso e o comportamento dos colaboradores à cultura da empresa. Para tanto, a informação deve fluir livremente. Isso exige da liderança a descentralização das decisões num processo denominado “empoderamento” (empowerment). Este é o caminho para minimizar ruídos, neutralizar crises e elevar a confiança. A humildade também deve ser cultivada em todas as instâncias.
 
Melhor – A área de RH sabe comunicar bem suas ações?
 
Tom Coelho – Montaigne dizia que “a palavra é metade de quem a pronuncia e metade de quem a ouve”. Portanto, a comunicação não é apenas o que você diz e faz, mas em especial como ela é recebida e percebida. Observamos em muitas organizações um RH bastante ativo, realizando ações as mais diversas. Porém, não raro os próprios colaboradores não tomam conhecimento de tais iniciativas e benefícios. Por isso, o RH deve se aproximar mais da área de comunicação da empresa, possivelmente capitaneada pelo marketing, para auferir maior efetividade em seus projetos. O caminho é utilizar a comunicação integrada como instrumento para falar com o público interno e externo. Isso passa pela intranet e internet, site e quadros de aviso, jornal interno e impressos, as paredes do refeitório e as ações de responsabilidade social, além das redes sociais.
 
Melhor – Que conselhos o senhor daria para a empresa que quer usar bem a comunicação para construir resultados estratégicos?
 
Tom Coelho – Remova as barreiras. Todas elas. Desde as barreiras físicas, caracterizadas por salas com portas fechadas e cadeiras com espaldar alto para quem ouve (contra cadeiras sem encosto para quem fala), até as barreiras emocionais, representadas pela falta de atenção e respeito para com os subordinados. O nome do jogo é “diálogo”, o qual só pode florescer quando duas ou mais pessoas interagem. Neste processo, a verdade deve sempre prevalecer. Primeiro, porque é a coisa certa a se fazer. Segundo, porque mais cedo ou mais tarde, virá à tona.
 

Veículo: Revista Melhor


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