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Tempo curto

31/03/2006 - Administração do Tempo


TEMPO CURTO
Jornalista: Rafael Brito


Revista Síndico – As pessoas vivem reclamando da falta de tempo. Na maioria das vezes, essa falta de tempo é real ou se deve a falta de planejamento?
 
Tom Coelho  Costumo dizer que as pessoas que fazem muitas coisas sempre têm tempo para fazer algo mais, ao passo que aqueles que nada fazem nunca têm tempo. Temos a sensação constante de que o tempo acelerou. Os dias parecem mais breves. Quando se vê, mais um mês se passou. E diante da rotina, das atividades meramente operacionais a que nos entregamos, a angústia e a frustração podem nos visitar. Por isso, é fundamental tomar consciência de que administrar o tempo é administrar a própria vida.
 
A sensação de falta de tempo decorre primordialmente da ausência de planejamento. Perde-se tempo com interrupções, reuniões improdutivas, deslocamento no trânsito. Mesmo a tecnologia, que invadiu a vida moderna, escravizou as pessoas. Não há mais fronteiras entre ambiente familiar e profissional. O celular e o correio eletrônico transformaram a rotina das pessoas.
 
Revista Síndico – Quais são as características de alguém que sofre pela suposta falta de tempo?
 
Tom Coelho – Há características que afetam claramente estas pessoas. Impaciência, irritabilidade, insônia. Na tentativa de compensar o “tempo perdido”, deixam de se alimentar ou apelam para o fast food. Relacionamentos pessoais também ficam comprometidos. Angústia, stress e até depressão podem visitá-los.
 
Revista Síndico – Quais são as medidas que se deve ter para se viver bem mesmo com um “tempo curto”?
 
Tom Coelho Buscar o equilíbrio entre o que chamo de nossas “sete vidas”. Simultaneamente, vivemos uma vida da saúde, que implica em sono reparador, alimentação balanceada e prática de esportes; uma vida afetiva, que envolve nossos pais, irmãos, filhos, amigos e amores; uma vida profissional, a que consome a maior parte de nosso tempo, mas que não pode ser tida como única; uma vida cultural e recreativa; uma vida social e comunitária; uma vida material e uma vida espiritual. Tomar consciência destas sete vidas é o melhor caminho para sentir-se pleno.
 
Revista Síndico – Em um mundo que exige a capacidade de fazer tudo ao mesmo tempo, como criar prioridades a algumas tarefas?
 
Tom Coelho – Você deve escrever sua “constituição pessoal”. Refletir sobre os valores que governam sua vida, relacionar seus objetivos e tomar decisões com base neles. E fazer as seguintes questões:
 
a) O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?
b) O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?
c) O que eu estou fazendo que só eu posso fazer?
d) O que eu deveria fazer que não estou fazendo?
 
Um dos instrumentos mais difundidos em termos de gestão do tempo é a chamada matriz desenvolvida por Eisenhower que divide as tarefas a partir de sua urgência e importância.
 
O primeiro quadrante reúne atividades urgentes e importantes. Trata-se de reuniões, atividades com prazos definidos e eventuais crises. Estas tarefas devem ser feitas imediatamente e da melhor forma possível.
 
O segundo quadrante engloba as atividades importantes, porém não urgentes. São tarefas que demandam planejamento, envolvem aprendizado e criatividade e que podem trazer consigo grandes oportunidades. Todavia, quando procrastinadas, são promovidas ao quadrante anterior, exigindo urgência em seu tratamento.
 
No terceiro quadrante residem as atividades que correspondem aos maiores desperdiçadores de tempo. São as tarefas urgentes, mas não importantes, como telefonemas, relatórios, correspondências e até interrupções. Livre-se delas rapidamente, pois não contribuem com suas metas.
 
Finalmente, o último quadrante da matriz de gerenciamento do tempo contém atividades que não são importantes e também não são urgentes. Trata-se de trabalho irrelevante, telefonemas inúteis, situações alienantes, apego a detalhes. Enfim, pura perda de tempo. Aqui não se produz nada.
 
Revista Síndico – Quando tempo do nosso dia devemos dedicar ao lazer?
 
Tom Coelho – Vamos qualificar como lazer ações como eventos culturais (cinema, teatro, shows), recreativos (passeios, viagens) e atividades esportivas. Partindo deste princípio, deve-se planejar duas horas diárias para estas situações e balanceá-las no decorrer da semana. Assim, você pode praticar um esporte três vezes por semana, ir ao cinema uma vez, sair com seus amigos noutro dia. E, evidentemente, aumentar este tempo nos finais de semana.
 
Revista Síndico – Devemos dar prioridade a nossa vida profissional ou pessoal?
 
Tom Coelho – Devemos priorizar o equilíbrio entre as sete vidas.


Veículo: Revista Síndico


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